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:: 03.SET.2010
   
 
Clima de confraternização clubber marca Motomix em SP

*clique para aumentar
DJ Alex Kid @ D-Edge Geanine Marques Marina Sheetikoff
Mauro Freire Leo Madeira Marcio Kielling
Maraí Valente e Lorenzo Merlino Domingas e Marina Person Marcelo Sebá e Otávio Muller
Theodoro Cochrane e Francisca Botelho Guile, Tatiana Mancini e Coy Freitas Helô Ricci e Adriana Recchi
 
URBANISMOS
Depois de ferver o Rio, o evento Motomix abriu a temporada de festivais em SP e levou muita gente legal para o Espaço das Américas, neste sábado (03.09). O espaço ficou lindo com a cenografia de Marcelo Rosenbaum. Ao invés de uma comunicação excessiva de logomarca, a Motorola usou muitas projeções, grafites e stickers nas paredes; tudo com cara de arte urbana, a linguagem do momento.
POETA
O povo se jogou até de manhã. A grande atração da noite foi o rapper francês MC Solaar, que subiu ao palco por volta de 1h. "Ça va? Tudo bem?", gritava no microfone. "São Paulo, faz barulho", convidou no seu português com sotaque carregado. Fã da poesia de Serge Gainsbourg, Solaar mistura jazz e blues à sua música. Ele subiu ao palco com uma banda, dois rappers, uma cantora e um DJ. Arrasou.
CLÃS
Em seguida rolou a apresentação do duo The Youngsters, que também arrasou com set de minimal techno sem chatices. Mostraram que é possível aliar boas músicas de diferentes estilos da eletrônica, pirando na mixagem, mas sem lançar mão de malabarismos para impressionar, comum em produtores do gênero. Depois deles, O Super Discount 2 fez um set suave, com muitos vocais. O clima era de confraternização: enquanto os fashionistas ensaiavam coreôs na sala VIP, o povo se deliciava com vários hits de pista.
AFTER
O DJ e produtor francês Alex Kid entrou no som por volta das 5h e levou o povo ao delírio. Depois de seu set, Alex Kid deu espaço para Soul Slinger e se jogou na noite Paradise @ D-Edge. Lá, seu set começou por volta das 8h e pegou todo mundo de surpresa. 05.09.2005

Saiba como foi a edição carioca do Motomix


     
   
   

CLUBE CBGB FECHA EM 2006
O antológico clube nova-iorquino CBGB fecha as portas em outubro de 2006, no dia do Halloween, após uma batalha judicial de cinco anos envolvendo o dono do clube, o dono do espaço e a prefeitura. O CBGB foi o berço da cena punk-rock na NY dos anos 70. Desde então reúne povo do under, da noite e da música. Ramones e Talking Heads, por exemplo, fizeram seus primeiros shows lá.

   
   

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